Contabilidade Viana

Day: Novembro 28, 2025

Como preparar sua escola para uma fiscalização tributária em 2025

Neste artigo, abordamos de forma prática e atualizada como sua instituição de ensino pode se antecipar e estar preparada para uma fiscalização tributária em escolas 2025. Vamos explorar o cenário legal, os principais focos de atenção na gestão contábil e tributária, um cronograma recomendado de ação e uma checklist eficaz. Ao final, você entenderá por que contar com uma assessoria especializada faz toda a diferença para manter sua escola regular, evitando riscos e fortalecendo sua credibilidade. 1. Cenário atual e mudanças legislativas 1.1 O que motivou o foco em fiscalização no setor escolar O setor educacional privado no Brasil está enfrentando uma série de reformas tributárias e regulatórias que elevam o risco de fiscalização tributária em escolas 2025.Por exemplo, foi publicada a Lei Complementar nº 214/2025, que trata da tributação dos serviços educacionais, com novas alíquotas e exigências específicas.  Além disso, para muitas instituições, o enquadramento tributário, as obrigações acessórias e a correta emissão de notas fiscais passaram a ter atenção reforçada dos órgãos fiscalizadores. Conforme levantamento, “traçar planejamento tributário estratégico” para escolas é uma demanda crescente. 1.2 Principais mudanças para 2025 A título de destaque, aqui estão alguns pontos que impactam diretamente as escolas e entram no radar da fiscalização tributária em escolas 2025: Alteração Impacto para a escola Substituição gradual de tributos federais como PIS/COFINS por novos tributos (Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)) e estaduais/municipais sob o regime do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).  Necessidade de adaptar sistemas de cálculo, notas fiscais, escrituração e avaliar o impacto no custo do serviço. Para serviços educacionais específicos, redução de 60% nas alíquotas do CBS/IBS conforme Anexo II da LC 214/2025.  A escola deve conferir se seus serviços enquadram-se corretamente e se está aproveitando esse benefício. Restrição de imunidades para instituições com fins lucrativos que comercializam serviços ou produtos acessórias à educação.  Operações como locação de espaço, venda de material didático ou cursos extracurriculares podem ser tributadas de forma distinta. Ampliação da exigência de obrigações acessórias, correta emissão de notas fiscais, classificação de serviços conforme Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS).  Falhas nessa parte podem chamar atenção da fiscalização, gerando autuações ou exigências retroativas. Dado esse ambiente, preparar-se para a fiscalização tributária em escolas 2025 deixa de ser apenas uma recomendação e torna-se uma necessidade estratégica. 2. Principais focos de atenção para a escola Para que sua instituição minimize riscos e esteja bem preparada, concentre-se nos seguintes quatro vetores: 2.1 Enquadramento tributário e regime fiscal Verifique qual regime tributário sua escola está adotando (Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real) e se esse regime ainda é o mais adequado no novo cenário.Também avaliar se a escola possui fins lucrativos ou se está enquadrada como sem fins lucrativos/filantrópica, pois isso impacta diretamente no tratamento tributário.  2.2 Classificação de serviços, emissão de nota fiscal e obrigações acessórias A correta classificação da atividade da escola segundo a NBS (Nomenclatura Brasileira de Serviços) é fundamental para usufruir de benefícios ou evitar tributação indevida.Além disso: 2.3 Despesas, receitas acessórias e operações não-educacionais Atividades que fogem diretamente ao objeto de “educação regular” (como locação de espaço para eventos, comercialização de uniformes, cursos extras etc.) merecem atenção especial. Elas podem não se beneficiar das mesmas isenções ou reduções e ser objeto de autuação em uma fiscalização tributária em escolas 2025.  2.4 Planejamento contábil, fiscal e de compliance Preparar a escola para a fiscalização exige mais do que estar “em ordem”: requer plano de ação, documentação organizada, auditoria preventiva, controles internos e revisão de processos. A implementação de boas práticas de contabilidade e de governança torna-se um diferencial. 3. Etapas práticas de preparação Segue um cronograma recomendado em trimestres para estar pronto para uma fiscalização tributária em escolas 2025. 3.1 Etapa 1 – Diagnóstico imediato (até 3 meses) 3.2 Etapa 2 – Adequação e implementação (3-6 meses) 3.3 Etapa 3 – Monitoramento contínuo (6-12 meses) 3.4 Etapa 4 – Simulação de fiscalização (12 meses) Essa abordagem permite que a escola não apenas “espere” por uma fiscalização, mas esteja proativamente preparada para ela. 4. Tabela de verificação essencial para fiscalização A seguir, uma tabela resumida com os principais itens que a sua escola deve ter sob controle para estar bem posicionada frente a uma fiscalização tributária em escolas 2025. Item O que verificar Status Enquadramento tributário Confirmação de regime (Simples, Lucro Presumido, Real) e adequação ao porte/atividade □ Classificação NBS Verificar se os serviços estão adequadamente classificados segundo Anexo II da LC 214/2025 □ Emissão de notas fiscais Todas as receitas devidamente emitidas com serviço correto, CNES, código municipal etc. □ Receitas acessórias Identificar receitas não-educacionais (locação, uniformes, eventos) e verificar tributação aplicável □ Despesas e escrituração Despesas conciliadas, contabilidade regular, controles de serviços terceirizados □ Contratos com terceiros Contratos revisados para refletir encargos tributários, retenções, obrigações de fornecedores □ Obrigações acessórias ECD, ECF, declarações municipais, livros fiscais, notas fiscais eletrônicas em dia □ Plano de compliance Procedimentos internos, checklist mensal, equipe capacitada, sistema de monitoramento □ Simulação de fiscalização Realização periódica de simulações, avaliação de gaps, relatório pronto para fisco □ 5. Por que a adequação antecipada faz diferença Antecipar-se à fiscalização tributária em escolas 2025 traz benefícios concretos: No cenário competitivo das instituições de ensino, demonstrar que a gestão é responsável e que a escola está em conformidade regulatória pode se tornar um diferencial de mercado. 6. Como a Contabilidade Viana pode apoiar sua instituição Se você deseja garantir que sua escola esteja preparada para a fiscalização tributária em escolas 2025, a Contabilidade Viana oferece uma solução completa para o segmento educacional. Entre os serviços destacados: Entre em contato hoje mesmo com a equipe da Contabilidade Viana e agende uma consulta gratuita para avaliar como preparar sua escola para 2025 — garanta conformidade, tranquilidade e segurança para o seu negócio. Preparar-se para a fiscalização não é apenas cumprir uma obrigação — é garantir que sua escola esteja estruturada para crescer e se diferenciar. Com o plano certo e acompanhamento profissional, você transforma o desafio em oportunidade.

Diferença entre Lucro Presumido e Simples Nacional para profissionais da saúde

Para profissionais da saúde que operam como pessoa jurídica — como médicos, dentistas, fisioterapeutas, clínicas e consultórios — a escolha do regime tributário pode fazer uma grande diferença na carga de impostos, na gestão contábil e no planejamento financeiro.  Neste artigo vamos explorar de forma aprofundada a diferença entre lucro presumido ou simples para saúde, mostrando os critérios, vantagens, desvantagens e os pontos que merecem atenção nesse setor. O que são os regimes tributários para PJ da saúde O regime do Simples Nacional O Simples Nacional é um regime simplificado criado para micro e pequenas empresas, regulado pela Lei Complementar 123/2006.Para clínicas e prestadores de serviços de saúde, o Simples pode significar unificação dos tributos federais, estaduais e municipais (IRPJ, CSLL, PIS/COFINS, ISS, INSS patronal etc.) em uma única guia (DAS).Importante: há teto de faturamento para optar por esse regime.  O regime do Lucro Presumido No Lucro Presumido, a base de cálculo do IRPJ e da CSLL é determinada com base em um percentual da receita bruta, definido pela legislação, independente do lucro real do negócio.Na prática, para profissionais da saúde, isso significa que parte da receita é “presumida” como lucro, mesmo que os custos operacionais sejam elevados. Esse regime exige contabilidade mais detalhada e oferece menos simplificação, mas pode compensar em determinados cenários. Por que avaliar lucro presumido ou simples para saúde? A decisão entre esses dois regimes deve considerar elementos específicos da atividade de saúde: Principais diferenças entre os regimes Para facilitar, aqui está uma tabela comparativa entre lucro presumido ou simples para saúde: Critério Simples Nacional Lucro Presumido Limite de faturamento anual Até cerca de R$ 4,8 milhões (ano-calendário) aprox. Até R$ 78 milhões (para escolha do regime) em regra geral  Base de cálculo dos impostos Receita bruta (com alíquota que varia conforme Anexo e faixa) Receita bruta × percentual fixo para cálculo do IRPJ/CSLL + ISS/municipal Alíquota típica para saúde (Simples) Por exemplo, profissionais da saúde podem ter alíquota efetiva de 6% até ≈ 19,5% conforme faixa/fator R.  Para saúde, faixa variando de ≈ 13,33% a 16,33%, dependendo de ISS e município. Complexidade contábil Menor — guia única, menos burocracia Maior — contabilidade mais robusta, necessidade de controle de despesas e receitas Dedução de custos Não permite dedução de todas as despesas para reduzir base Possibilidade de estruturar melhor o negócio em função dos custos efetivos Regras específicas para saúde Importa o “Fator R” (folha/receita) para aplicação de Anexo III ou V.  ISS municipal varia e impacta bastante; atenção à alíquota municipal Enquadramento e mudança Se ultrapassar o faturamento-limite ou descumprir requisitos, desenquadramento automático Pode passar para Lucro Real se aplicável ou manter Lucro Presumido se mais vantajoso Como analisar se lucro presumido ou simples para saúde vale para seu caso 1. Verifique o faturamento anual esperado Se você tem um faturamento projetado inferior ao teto do Simples Nacional (até cerca de R$ 4,8 milhões) e estrutura de custos relativamente leve, o Simples pode ser vantajoso. Por outro lado, se o faturamento for maior ou se a estrutura (equipe, equipamentos, aluguel) pesar, o Lucro Presumido pode compensar. 2. Avalie os custos e a folha de pagamento Para o Simples Nacional, especialmente no Anexo III, há exigência do chamado “Fator R”: se a folha + encargos representar pelo menos 28% da receita bruta nos últimos 12 meses, enquadra-se em Anexo III (alíquota mais baixa). Se for menor, vai para Anexo V (alíquotas maiores). Se sua atividade depende de muitos custos (aluguel, equipamentos, materiais), o Simples pode “pegar” mal — você estará tributando sobre receita bruta, sem levar em conta esses custos. 3. Calcule a alíquota efetiva Veja no seu município qual é a alíquota de ISS. No regime de Lucro Presumido, além dos tributos federais fixos, o ISS incide e pode variar de 2% a 5% (ou mais conforme município).No Simples, dependendo da faixa de faturamento e do Anexo, pode ser 6% ou subir até 19,5% ou mais para profissionais da saúde. 4. Considere a projeção de crescimento Se você planeja expandir seu consultório, contratar mais profissionais, aumentar faturamento ou investir em equipamentos, pode valer optar por regime que permita mais flexibilidade futura. O Simples, apesar de simples, tem limites de faturamento que, se ultrapassados, geram mudança automática de regime. 5. Analise as obrigações contábeis No Simples, as obrigações acessórias são mais simples (menos relatórios, menos exigência em alguns casos). No Lucro Presumido, a contabilidade exige maior cuidado, com demonstrações e acompanhamento de receitas, custos e impostos com periodicidade. Se você tem contabilidade especializada ou está disposto a envolver mais controle, pode valer. Exemplos práticos para profissionais da saúde Pontos de atenção e erros comuns Como a equipe contábil especializada pode ajudar Contar com uma assessoria contábil experiente no setor de saúde faz toda a diferença. Algumas tarefas que a contabilidade pode realizar: Checklist para escolher entre lucro presumido ou simples para saúde Qual o próximo passo? Se você é profissional da saúde ou gestor de clínica e está em dúvida entre lucro presumido ou simples para saúde, chegou o momento de agir com estratégia. Realizar a escolha correta impacta diretamente sua rentabilidade, fluxo de caixa e crescimento futuro. 👉 Leia mais sobre como a Contabilidade Viana apoia consultórios e clínicas — desde a abertura da empresa, passando por emissão de notas fiscais, controle de contas a pagar/receber, folha de pagamento, gestão contábil e tributária completa.  Agende uma consultoria personalizada clicando no link e descubra qual regime se encaixa melhor no seu perfil e como maximizar seus resultados. Com foco no setor de saúde e nas especificidades desse mercado, a escolha entre lucro presumido ou simples para saúde merece atenção e planejamento. Permita que uma equipe especializada oriente seu negócio — isso garante mais tranquilidade, conformidade fiscal e melhores resultados financeiros.